Depois de meses de expectativa nas bilheterias, Thunderbolts chegou ao Disney+ no dia 27 de agosto de 2025. A chegada da série de filmes que encerra a Fase 5 do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) foi anunciada com poucos detalhes, mas já está gerando conversa entre fãs que querem rever a trama que misturou vilões reformados, humor ácido e reflexões sobre trauma.
Estrutura e elenco
O diretor Jake Schreier, conhecido por seu estilo visual que combina dinamismo e intimidade, assume a tarefa de conduzir um grupo improvável de personagens. No centro da história estão Yelena Belova (Florence Pugh), Bucky Barnes (Sebastian Stan), o guarda‑vermelho russo Red Guardian (David Harbour) e a assassina Ghost (Hannah John‑Kamen). A equipe ainda inclui a manipuladora Taskmaster (Olga Kurylenko) e o controverso John Walker (Wyatt Russell), que já foram protagonistas em outras produções da Marvel.
A trama se desenvolve quando Valentina Allegra de Fontaine (Julia Louis‑Dreyfus) prende o grupo em uma armadilha mortal, forçando-os a cooperar para sobreviver. O roteiro explora temas de redenção, culpa e saúde mental, colocando cada personagem frente a seus demônios internos. Enquanto alguns tentam encontrar um caminho de absolvição, outros lutam contra a própria natureza violenta.
Além dos veteranos, o filme apresenta novos rostos: Lewis Pullman, Geraldine Viswanathan, Chris Bauer e Wendell Edward Pierce ampliam o universo e dão frescor à dinâmica. Kevin Feige permanece como produtor, ao lado de Louis D'Esposito, Brian Chapek e Jason Tamez, garantindo que a visão da Marvel continue coesa.
O som foi assinado pela banda Son Lux, que gravou a trilha na lendária Abbey Road Studios. O álbum foi lançado pela Hollywood Records e Marvel Music poucos dias antes da estreia nos cinemas, reforçando a estratégia de marketing da Disney.
Recepção e impacto
Nos cinemas, Thunderbolts estreou em 22 de abril de 2025 no Cineworld Leicester Square, em Londres, e chegou nos EUA em 2 de maio. Com um orçamento de cerca de US$ 180 milhões, o filme arrecadou US$ 190,3 milhões nos EUA e US$ 382,4 milhões no mundo inteiro — números que, embora não superem alguns blockbusters da fase anterior, demonstram força sólida para um título mais sombrio.
A crítica recebeu bem a produção. Brian Truitt, do USA Today, concedeu três estrelas em quatro, elogiando a direção de Schreier como “uma das mais bem‑sucedidas recentes dentro de um universo cinematográfico em constante mudança”. Comentários destacaram o equilíbrio entre humor negro e momentos emocionais, especialmente ao abordar a saúde mental dos personagens, algo raramente tratado em filmes de super‑heróis.
Após o fim da exibição nos cinemas, o filme foi disponibilizado para download digital em 1 de julho de 2025, seguido por versões em Ultra HD Blu‑ray, Blu‑ray e DVD em 29 de julho. Cada edição incluiu cenas deletadas, um gag reel, comentários do diretor e entrevistas nos bastidores, oferecendo material extra para os colecionadores.
O lançamento no Disney+ segue a estratégia da Disney de capitalizar seu amplo catálogo de streaming ao oferecer conteúdo premium alguns meses após a estreia nos cinemas. A presença de Thunderbolts na plataforma amplia o leque de opções para quem prefere maratonar a Fase 5 completo, além de despertar novos debates sobre a evolução dos anti‑heróis no MCU.
Com duração de 2 horas e 7 minutos, o filme sinaliza uma mudança de tom para a Marvel, que parece estar mais disposta a explorar personagens falhos e narrativas que fogem do tradicional “bem contra o mal”. Os fãs ainda têm muito o que discutir, sobretudo sobre as futuras missões dos Thunderbolts e como eles poderão influenciar a próxima fase do universo.

Esportes
Guilherme Silva
setembro 28, 2025 AT 06:30Thunderbolts foi surpreendente. Não esperava que um filme com vilões tivesse tanto peso emocional. A cena em que Bucky perde a fala no trem foi quase insuportável de verdade.
Se a Marvel continuar assim, a Fase 6 vai me matar de emoção.
Indiara Lee
setembro 30, 2025 AT 04:53A narrativa proposta por esta obra cinematográfica representa uma desconstrução epistemológica dos arquétipos tradicionais de heroísmo, conforme delineados pela narrativa hegemônica do cinema de super-heróis. A redenção, enquanto constructo moral, é aqui submetida à análise fenomenológica do trauma coletivo e da identidade fragmentada.
Catiane Raquel Sousa Fernandes
outubro 1, 2025 AT 11:22Claro, porque é claro que a Marvel ia fazer um filme sobre vilões... e depois ainda colocar o Red Guardian pra falar sério. Sério? O cara é o homem que tentou ser Capitão América e virou piada ambulante. Agora é o psicólogo do grupo? Kkkkk.
Mas... funcionou. E isso me assusta mais do que qualquer cena de ação.
Eliana Pietrobom
outubro 1, 2025 AT 12:50Isso é o que acontece quando a Marvel deixa de ser heroica e vira um reality show de psicopatas com roupas coloridas
Quem acha que isso é arte tá enganado
Isso é desespero criativo disfarçado de profundidade
Seu filho de 12 anos já vê isso como clássico e isso é triste
Eu não assisti mas já sei que é lixo
Se você gostou, desculpa mas você tá na pior fase da sua vida
James Chaves
outubro 1, 2025 AT 21:21Se vocês acham que isso é só um filme, tá enganado
Essa é a Marvel tentando apagar o Capitão América e substituir por agentes do New World Order
Yelena Belova? Ela foi treinada por uma agência que trabalha com a NATO
Red Guardian? Um ex-agente soviético que agora é um símbolo da globalização
Taskmaster? Ela é a própria CIA disfarçada de mercenária
Isso aqui é propaganda disfarçada de entretenimento
Quem cai nisso tá sendo manipulado
E o som da Abbey Road? Tá claro que é um sinal para os iluminados
Davi Amorelli
outubro 3, 2025 AT 15:36Se você está lendo isso e ainda não assistiu Thunderbolts, faça isso hoje. Não por ser um blockbuster, mas porque é um dos raros filmes que trata de recomeço sem romantizar o sofrimento.
É difícil ver personagens que erraram tanto e ainda tentam. Isso é raro. Isso é valioso.
Respeite o esforço de quem fez isso. E se você não gostou, ao menos entenda o que tentaram construir.
Yuri Marques
outubro 4, 2025 AT 01:52Eu assisti no domingo de manhã com um café e um pão de queijo e chorei no final. Sério.
Sei que parece bobagem, mas quando o Ghost falou "não quero ser lembrada como a que matou"... meu coração parou.
Marvel, vocês fizeram algo bonito aqui.
❤️
Marcus Campos
outubro 4, 2025 AT 11:33Se a redenção é possível, então a culpa é uma escolha. E todos nesse filme escolheram carregar a culpa - mesmo os que fingem que não.
Isso não é um filme de super-heróis. É um filme sobre pessoas que viram o espelho e não conseguiram desviar o olhar.
Se a Marvel quer sobreviver, que continue assim. Não com mais cenas de explosão, mas com mais silêncios entre frases.
Porque o verdadeiro poder não está no escudo. Está na decisão de não desistir.
Sérgio Eusébio
outubro 6, 2025 AT 11:25Esse filme é o que a Marvel precisava há anos: personagens reais, com falhas que não são só para o público se identificar, mas para refletir. A cena da Taskmaster com o espelho? Perfeita.
Se a Fase 6 tiver pelo menos 30% desse nível de humanidade, já vale a pena.
Quem disse que super-heróis precisam ser perfeitos? Talvez o maior superpoder seja admitir que você não é.
sidney souza
outubro 6, 2025 AT 15:36Parabéns à equipe técnica. A direção de arte, a fotografia em tons frios e a trilha sonora da Son Lux criam uma atmosfera que não é apenas de ação, mas de luto. A cena do trem, com a luz entrando pelas janelas enquanto Yelena segura a mão de Bucky? Um momento cinematográfico de rara beleza.
Isso aqui não é entretenimento. É arte com propósito.